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Chuva, sexo e um carro no prego
Se conheceram numa festa em meio a chuva. Foi desses encontros casuais marcantes. Conversaram um pouquinho, riram outro bocado e logo estavam a caminho do motel.
Depois de uma noite de loucuras impublicáveis, leves, entraram no carro para voltar para casa. Era um domingo de manhã mais ou menos ensolarado. O carro funcionava mais ou menos bem, mas nessa manhã especificamente, ele estava numa fase de menos e não pegou nem depois de reza brava.
Ele, com quase cinquenta centavos no bolso, não tinha como voltar para casa. Ela tinha R$ 0 na carteira. Constrangidíssimos, entraram num lotação. Próximo do ponto, explicaram a situação ao trocador, que aceitou receber as passagens só no final. Lá chegando, ficou esperando o passageiro liso voltar com o dinheiro.
Era oito da manhã, ele entra na casa de sua avó e explicando a situação, pede o dinheiro das passagens emprestado. Na mesa do café todos fizeram grande esforço para não rir da desafortunada situação.
Na companhia do seu pai, voltaram ao motel para rebocar o carro quebrado. O rebocador casual era uma ambulância, dessas em que se pode ler facilmente: Prefeitura Municipal de Quiproquó.
PS.: Essa história é real e os nomes só não foram divulgados para que ninguém saiba que falo do meu sobrinho. Não é Plínio?
Inventado por: Henrique Neto às 19:13 | Link |
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